
Eu ainda espero,fico esperando aqui olhando o movimento das ruas.
Por que eu ainda me lembro.
Pensei que passaria rápido.Mas eu sei que nunca é assim.
Fiquei esperando me ligar para dizer que não era bem assim,que não tinha deixado de gostar de mim,me enganei.
Você não ligou,nem sequer passou novamente pela minha rua.
O telefone tocou sim.
Novembro,ainda me lembro,mas já era tarde de mais.
Tinha curado a minha dor,tinha sarado todas as feridas.Ou pelo menos achava que tinha.
Firme como uma rocha,disse que não,não queria mais você,pois tinha me feito sofrer.
Talvez o meu pior erro,desligando o telefone,lágrimas,muitas lágrimas correram o meu rosto.E eu não tinha como me conter,eu te amava,e você nem ao menos se importou.E agora é tarde de mais para tentar se desculpar,não se deixa passar 5 meses pra perceber que se ama.
Eu fui boba,fui idiota.Mas eu te amava,amava tanto que nunca te esqueci.
Sim,um orgulho besta me deixou calada por tanto tempo,não apenas para você,mas para mim também.
E onde quer que olhe,eu te procuro,porque mesmo tendo se passado tantos anos,eu ainda te amo.Não como antes,eu te amo mais.
*Fictício.




Um comentário:
Ah, que lindo!
Esperar é um modo de viver... Ainda que seja um modo de não-viver também...
Boa sorte com o texto!
Estou seguindo!!
Beijos!
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E então?! *-*